era uma vez
para N.
o príncipe Ricardo, maçãs boas e feias, a corça na verdade era a bruxa, escureceu. os peixinhos cintilando na água laranja, as pegadas ao longo da margem do rio, as maçãs bonitas e envenenadas, Ricardo dorme profundo. um dos ouvidos grudado na terra e enquanto isso o rio enquanto isso no castelo a rainha, meu filho! os soldados e as soldadas do rei, árvores como árvores, as pistas, sumiu, mas olha se não é Ricardo deitado, Ricardo, acorda! verde branco verde azul. uma coxa de frango pra ficar forte, levanta devagar, desculpa mãe, as árvores como árvores, ainda era dia, já é dia, de novo, são as florestas na Espanha, e a bruxa; aquela corça depois bruxa. obrigada soldada forte, e minhas botas, o sol, se foram, se me dessem um irmão, se me dessem um cavalo pra fazer de irmão, se não fossem tão verdes tão vermelhas, mainha, não fosse a corça: era uma vez Ricardo e a floresta, A bruxa e a corça, A maçã e a bruxa, A rainha e a corça, A bruxa Ricardo, A Floresta a Rainha. Fim.
06.01.2026

